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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Rede Sociais para crianças

 
08/12/09 - 09h07 - Atualizado em 09/12/09 - 14h10

Sites e redes sociais para crianças são opção de diversão nas férias

Colunista indica mundo on-line voltado para público infanto-juvenil.
Confira as sugestões e deixe suas dúvidas na seção de comentários.
Fernando Panissi* Especial para o G1
 
Entramos em época de férias escolares. A criançada aproveita o verão para brincar, curtir os amigos, viajar, jogar videogame e, por que não, ficar na internet.
A internet é um lugar democrático que tem espaço para adultos e crianças. As redes sociais tão presentes nas nossas vidas excluem, de certa forma, a garotada, abrindo espaço para outras redes menos conhecidas do grande público e totalmente direcionadas aos pequenos.

Esta coluna irá explorar o universo das redes sociais para crianças e adolescentes.


>>> Kidzui


Foto: Reprodução

KidZui é um aplicativo completo para diversão de crianças na internet. (Foto: Reprodução)


Mais que uma rede social, o Kid Zui é um conjunto completo de aplicativos para que crianças de 3 a 12 anos interajam com a internet dentro de um modelo de controle de segurança e privacidade.

Não se trata de um site que você acessa através de uma URL e sim um aplicativo - para quem usa Firefox, ele funciona como complemento – que é instalado na máquina.

Uma característica importante do KidZui é o fato de possuir um modo administrativo para os pais controlarem o que seus filhos fazem dentro do sistema.

Basta realizar um cadastro para controle dos pais no site (https://www.kidzui.com/) e a partir criar contas para os filhos através de um Gerenciador de Crianças.

A partir do momento em que a criança tem seu cadastro, basta abrir o aplicativo – no caso do Firefox, ele fica ao lado da barra de endereço.

Uma vez dentro do ambiente a criança terá acesso a um navegador onde todas as páginas acessadas podem ser controladas pelos pais, que têm o poder de bloquear sites para que os filhos não os acessem. Também terá acesso a uma vasta gama de serviços:

Buscas – o site permite que as crianças realizem buscas por conteúdos internos do sistema e também sites da web controlados, ou seja, sem o risco de acessarem um conteúdo impróprio;

Navegador web – para que a criança acesse sites externos à ferramenta, como o G1 ou outros sites de jogos, por exemplo;

Vídeos e Fotos – o site tem um sistema para compartilhamento de vídeos e fotos entre os participantes;

Busca de contatos – O site permite localizar outros contatos e interagir com eles através de um comunicador instantâneo.

Para os pais existe um painel de controle que permite monitorar todas as atividades das crianças, além de bloquear determinados conteúdos.

O KidZui tem um custo mensal que gira em torno de US$ 8, mas existem planos semestrais e anuais com desconto.

O KidZui é totalmente em inglês. Isso pode ser uma desvantagem, pois depende da criança ter familiaridade com a língua inglesa. Por outro lado, também pode ajudá-la a desenvolver o inglês como segundo idioma.


>>> Migux 
O Migux é um cenário estilo “fundo do mar” onde a criança cria um personagem para brincar. O site requer um cadastro simples que pode ser efetuado pelos pais. 


Foto: Reprodução

O Migux leva a criança para o fundo do mar. (Foto: Reprodução)


O sistema se baseia em um grande mapa no fundo do mar onde o personagem criado pela criança caminha livremente e convive com outros habitantes do fundo do mar. Estes habitantes são outras crianças que também estão on-line. Conta com um espaço para digitação de textos. Tudo que é digitado fica disponível para os usuários como em uma grande sala de bate-papo.

Além de interagir com os usuários on-line, a criança também pode adicionar as pessoas como contatos, criando assim uma lista de amigos.

A criança recebe uma “casinha” que é o espaço reservado para os pertences da criança, como recados deixados pelos seus amigos on-line e também abriga um cofre com os pertences da criança, como os créditos usados por ela para comprar itens no jogo.

Existe uma ferramenta de desenho e as crianças podem compartilhar seus desenhos com os amigos.

O cenário é inteiramente clicável e repleto de lugares onde a criança pode ir. Esses lugares permitem diversas interações, como salas de jogos, salas de música e locais a serem explorados que têm objetos secretos para casinha ou acessórios, como roupas e chapéus.

A criança pode explorar os cenários livremente, mas para ter acesso a recursos mais avançados e poder ter inúmeros amigos existe um custo para os pais que gira em torno de R$ 10 por mês.

>>> NeoPets
Como o nome diz, o NeoPets é uma rede baseada em animais de estimação virtuais criados pelas crianças. A rede tem como principal característica a relação da criança com seu bicho de estimação, por isso é importante cuidar dele, educá-lo e alimentá-lo. Esses atos forçam a criança a sempre estar presente na rede.


Foto: Reprodução

NeoPets ensina a criança a cuidar de um bicho de estimação enquanto se diverte. (Foto: Reprodução)

A criança tem um inventário de coisas que acumula durante o jogo – ela recebe um pacote inicial de alimento para seu bichinho, acessórios para os jogos on-line, vestimentas e livros. É através de livros que a criança educa seus bichinhos. Estes itens podem ser trocados com outros jogadores.

O nível de controle dos pais nesta rede é levado a sério. Para que os módulos de interação com outros usuários sejam habilitados é preciso enviar uma carta à sede do site com um termo de consentimento assinado. Só depois disto a criança passa a enxergar outros usuários, adicioná-los como amigos e também realizar trocas de itens no inventário.

Como todos os concorrentes, o NeoPets tem uma versão paga com diversos recursos extras para as crianças, porém existe a opção de compra de diversos itens. Em alguns testes me deparei com a mensagem de que este serviço não estava disponível para o Brasil, apesar de o site estar em português. Em seguida, pilotei um novo teste com sucesso na compra de créditos para trocar por itens para o bichinho de estimação.


>>> Cosmopax
Cosmopax é uma rede social voltada para o público pré-adolescente e adolescente. Trata-se de um ambiente virtual com total interação entre os usuários on-line.

Foto: Reprodução

Cosmopax tem um perfil menos infantil e traz bastante interatividade. (Foto: Reprodução)


O usuário recebe um personagem virtual chamado “pixtar” que pode ser personalizado. Os personagens são todos desenhados com letras, números e símbolos do teclado, algo que favorece muito a criatividade do usuário. Inclusive existe uma votação entre os usuários para saber qual o “pixtar” mais legal.

A interação se dá em grandes salas de bate-papo com inúmeros usuários simultâneos.

O site conta com diversas opções de jogos, e diferentemente dos concorrentes, os jogos ficam em um menu na parte inferior da tela sem a necessidade de explorar os mapas para localizá-los.

Os cenários da rede são bastante interativos e existe uma série de eventos ocorrendo neles. Por exemplo, existe um cenário chamado Times Square, no qual ocorre o lançamento da Árvore de Natal da rede nesta terça-feira (8).

O site é gratuito, porém existe uma loja virtual que comercializa camisetas personalizadas e que dá bônus no site quando itens são comprados.


>>> Para terminar
É irrefreável o processo de inclusão digital de crianças e jovens: uso de tecnologia celular, internet de alta velocidade em casa ou em dispositivos móveis e também o acesso às informações on-line. Não vejo a tecnologia como substituta das brincadeiras, círculos de amizades e atividades esportivas. A criança precisa ter acesso a um mundo longe do computador. Mas é impossível impedir totalmente que nossos filhos e netos tenham acesso à internet e redes sociais. É imprescindível que pais e responsáveis fiquem atentos ao comportamento on-line das crianças, saber o que elas fazem e que tipos de conteúdos consomem, garantindo assim a segurança e privacidade delas.

Importante também entender e ajudar seus filhos a manter sua privacidade intacta na rede, evitando divulgar informações que coloquem a vida e o bem-estar da criança em risco. Recomendo a pais e filhos a leitura da cartilha da SaferNet sobre este assunto.


* Fernando Panissi é especialista em tecnologia e internet, formado em Sistemas de Informação com extensão em gestão. É professor universitário e ministra cursos de extensão em desenvolvimento de sistemas. Vive a internet e suas excentricidades desde 1995 e, nesta coluna, irá compartilhar suas experiências e conhecimentos sobre os mais variados temas ligados à internet, computação e tecnologia. Também tira as dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.
 
fonte : site G1 ( http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1406733-6174,00.html )

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Será que são realmente Pais ! ! ??

Pais descuidados (9)
Pais descuidados (8)
Pais descuidados (5)
Pais descuidados (4)
Pais descuidados (3)

Pais descuidados (7)


Pais descuidados (1)
Você que pensa em ter filhos, deve pensar mesmo antes de tê-los. Isso por que vivemos em um mundo onde podemos afirmar que ser pai e mãe é tarefa complicada, pois requer uma responsabilidade ENORME!

Porém há aqueles que definitivamente não nasceram para serem pais!
Se você é como eles, desista de ter filhos! É a melhor escolha, pelo menos para as futuras crianças...


Pais descuidados (6)FONTE: http://sosvip.blogspot.com/2010/08/pessoas-que-nao-nasceram-para-ser-pais.html

domingo, 20 de junho de 2010

CRIANÇAS BILINGÜES

Crianças bilingues

Entender, falar e escrever correctamente duas línguas distintas, é uma capacidade que algumas crianças adquirem



O ser humano é, por excelência, um animal social. Logo após o nascimento o bebé começa a tentar comunicar com a mãe com os instrumentos que possui. É hoje sabido que o choro possui características distintas, quer se trate de uma aflição, fome, aborrecimento, desconforto... distinções que a mãe consegue interpretar de forma a conseguir ir ao encontro das suas necessidades. 

Por volta dos três meses, o bebé produz sons que nada têm em comum com a linguagem do adulto. Estes vocábulos têm como objectivo continuar a favorecer a interacção mãe-bebé e fortalecer os laços afectivos que os unem. Entre os seis e os oito meses, as inflexões e ritmos passam a ter uma maior riqueza. 

Ao ano, o bebé pronuncia aquilo que se pode considerar o esboço de algumas palavras. Aos completar dezoito meses, estará habilitado a dizer palavrinhas simples (“olá”, “dá”, “sim”, “não”) e a compreender ordens. Contudo, há que ter bem presente que cabe aos pais estimular todo este processo, pois só assim os mais pequeninos se sentirão motivados para aprender. 

Em regra, aos vinte e quatro meses dá-se uma autêntica explosão de vocabulário. As crianças tornam-se autênticas tagarelas. Gostam de falar e mesmo que não saibam ainda designar os objectos através dos seus nomes correctos, encontram formas alternativas de se fazerem entender. 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

SEXUALIDADE INFANTIL - Como tratar a curiosidade das crianças sobre o assunto?



A algum tempo tenho conversado com algumas amigas que se vêem sempre constrangidas ao obordarem o tema da sexualidade com seus filhos, a partir do momento que neles é dispertado essa curiosidade natural em saber.. de onde? como? etc..  resolvi escrever algumas linhas...



Sexualidade infantil: Como esclarecer a curiosidade da criança sobre a sexualidade

Hoje em dia a sexualidade tem estado cada vez mais presente na televisão. Seja nas cenas de beijos intermináveis das novelas, na campanha para o uso da camisinha ou na polêmica sobre a clonagem humana.

Desta forma, rodeada de tanta informação surge a curiosidade da criança em relação à sexualidade. Alguns pais disfarçam e mudam de assunto, tudo para não responder às dúvidas. Outros pais estimulam achando engraçadinho ver crianças de 2, 3 anos se beijarem na boca, e fazem questão de perguntar: - Quem você namora na escola? Para Cristina Adadd de Figueiredo, psicóloga, a criança não deve ser estimulada para pensar em namoro. "Acho errado as creches que fazem até uma festa de dia dos namorados. As crianças tem que pensar em brincar, o namoro é exclusivo dos adultos. "

Os pais devem esclarecer de maneira clara e simples a curiosidade sexual da criança na medida em que ela vai se dando. "Os pais muitas vezes, por ansiedade, disparam a falar além da necessidade. Por exemplo, quando uma criança pergunta de onde ela veio não quer dizer que ela queira saber detalhes do ato sexual em si. Uma reposta objetiva sobre o encontro do espermatozóide com o óvulo satisfaz sua curiosidade", diz ela.

É importante também que os pais não se refiram aos órgãos genitais utilizando apelidos ou expressões como "coisa" ou "lá embaixo" para substituir os termos corretos (pênis, vagina, útero, esperma). Isto pode acentuar a idéia de "proibição" relativa à sexualidade, o que é prejudicial ao desenvolvimento psicológico da criança.

Alguns livros que ajudam a responder as perguntas das crianças:


Papai, Mamãe e Eu
Marta Suplicy - Editora FTD. É um livro que fala do nascimento do bebê, masturbação com desenhos divertidos e informativos.

De onde vem os bebês
Andrew C. Andry e Steven Schepp - Editora José Olimpio. Sucesso em vários países, exatamente pelo seu valor educacional, interessa não apenas aos pais, educadores e a todos os que se sintam comprometido com esse grande pequeno mundo.

De onde viemos?
Arthur Robins, Peter Mayle, Paul Walter - Editora Nobel. Este livro é indicado para o público infantil, que está começando a ter dúvidas sobre sexo. São ilustrações e textos curtos, simples e diretos que explicam os fatos da vida, sem absurdos e sem folclore.

Sexualidade Começa na Infância
( foto acima)