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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

DICAS DE PASSEIO COM A FAMÍLIA - RJ

Museu do Universo

site: http://www.rio.rj.gov.br/planetario/

Esse foi um passeio inesquecível que fizemos em família. Meus filhos e meu marido aproveitaram e se divertiram muito.

O projeto Museu do Universo - Experimentos Interativos foi idealizado com o objetivo de se tornar um espaço para a complementação do ensino da Astronomia e de suas ciências afins, de uma maneira lúdica e contando com tecnologia avançada.

Os experimentos estão divididos em quatro áreas distintas:
- "Terra e seus movimentos, espaço e tempo",
- "Astronomia Estrelar",
- "Nave Escola"
- "Entrada do Museu",

nas quais estão distribuídos quiosqu
es interativos especialmente projetados para que o público possa se divertir ao mesmo tempo em que adquire conhecimento científico.As fases da Lua e os eclipses solares e lunares são apresentados por meio de simples manipulações. A imagem do Sol pode ser apreciada em tempo real por meio de um telescópio especial. Maquetes articuladas mostram a evolução dos telescópios e como os astros são observados através deles. É possível assistir a uma sessão de cinema na cúpula do planetário. Mas é bom levar casado, pois faz frio.
Enfim, é uma grande aventura pela Astronomia que, além do impacto visual provocado pela concepção arrojada, alia o aspecto lúdico ao processo educativo.
Localizado dentro do Planetário do Rio.

Endereço: Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100. Gávea.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Governo anuncia nova clínica de recuperação de dependentes químicos

André Balocco, JB Online

RIO DE JANEIRO - O drama de familiares dos usuários de crack no Rio pode estar com os dias contados. Dentro de um projeto que começa a mudar o foco do uso de drogas de questão de segurança pública para questão de saúde, o estado começa a preparar o antigo Hospital São Sebastião, no Caju, até então especializado em doenças infecciosas, para se transformar num hospital de referência no país no ao tratamento de dependentes químicos de 10 a 17 anos de idade.
O pontapé inicial foi dado na segunda-feira passada, quando os secretários José Mariano Beltrame (Segurança), Sérgio Cortes (Saúde) e Tereza Porto (Educação) visitaram a sede do antigo hospital – fechado desde o ano passado – e trocaram ideias comuns na batalha contra a dependência química.
A meta é integrar as três secretarias para ajudar na recuperação do usuário que busca a sua recuperação. O centro receberia crianças e adolescente viciados em crack, e teria capacidade para atender cerca de 40 pacientes. Os custos e o início das obras ainda não foram definidos.
– As pessoas que usam drogas precisam de tratamento e é isso o que vamos dar – explicou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame – O uso de drogas é questão de saúde pública também. Não é mais só uma questão de segurança. O dependente químico é um doente, e doente precisa se tratar.
A ideia é aproveitar o fechamento do Credeq (Centro de Recuperação de Dependência Química), com atendimento agora limitado a menores infratores em situação de risco com problemas de drogas. O Credeq, antes de se transformar em órgão de apoio do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), era referência no tratamento da dependência química no Rio, pioneiro no Brasil. Ao ser transferido para o órgão da Justiça, deixou órfãos as pessoas que precisam de tratamento mas não têm como pagar clínicas particulares.
– O hospital vai ser todo remodelado para cuidar dos dependentes químicos – diz Beltrame.
A certeza de que as drogas se transformaram em questão de saúde pública cresceu com a pacificação nas favelas ocupadas pelas UPPs. Beltrame diz que o Estado precisa ocupar esta lacuna primeiro para que, depois, abra-se um grande debate sobre a descriminalização do uso de drogas.
– O estado só pode falar em descriminalização depois de se estruturar para oferecer tratamento a quem queira largar.
Colaborou Marcelo Fernandes
Foco é mudar a política de tratamento em hospitais
José Luiz de Pinho e Marcelo Fernandes
A superintendente estadual de Saúde, Mônica Almeida, afirmou, na terça-feira, que a transformação do Hospital São Sebastião em centro nacional de referência ao tratamento de dependência química tem um objetivo principal.
– Se tornar uma política de enfrentamento à epidemia de consumo de crack, que toma conta do Rio – afirmou Mônica – É um projeto intersetorial, envolve várias secretarias de Estado, está em fase de construção, mas ainda não tem uma data fixa para entrar em vigor.
Para o deputado estadual José Nader (PTB), presidente da Comissão de Prevenção ao Uso de Drogas e Dependentes Químicos em Geral da Alerj, a questão é tratada com desinteresse pelo governo, em razão do tratamento para dependentes não ter resultados visíveis imediatos.
– O hospital a ser criado proporcionará somente mais uma ação para o tratamento. Não vimos até agora uma política de acompanhamento do dependente após sua saída dos centros de tratamento. Não podemos esquecer que dependência química é doença a ser tratada por toda a vida. O tratamento utilizado já demonstrou não ser totalmente eficiente, já que o percentual de reincidência é enorme.
Especialistas reticentes sobre política do governo
Marcelo Fernandes
Especialistas na área de dependência química se mostraram otimistas com o anúncio da nova clínica, embora lamentem a falta de investimentos similares no trato com a doença.
Segundo a ex-diretora do Núcleo de Estudos e tratamento da Uerj (Nepad), Maria Thereza de Aquino, o centro será bem-vindo
– Atualmente, não existe nada público que trate adequadamente os usuários de drogas. O atendimento feito em ambulatórios é feito de uma forma errada, já que o dependente precisa de um tempo para se recuperar do vício. O período de internação praticado pelo SUS é ridiculamente curto, não se trata um usuário em apenas 15 dias – alerta.
A opinião é compartilhada pelo médico José Jáber, pós-graduado no tratamento de dependência química na Universidade de Harvard.
– De uma maneira geral, é muito falha a ação das autoridades na área do uso de drogas. É preciso chamar a atenção que a política é de redução de dano não é algo que dê frutos. O ideal é que você trabalhe a abstinência completa.
Já o médico e ex-dependente químico Alessandro Alves Teixeira ressalta a importância de existir um tratamento transdisciplinar.
– Um ponto importante é a necessidade de existir a internação involuntária, já que muitas vezes o dependente não tem noção que está viciado.
20:40 - 08/06/2010

Fonte. JB Online

terça-feira, 25 de maio de 2010

Ilha Fiscal - História e lazer em meio à Baía de Guanabara

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A Ilha Fiscal fica na Baía de Guanabara, junto às instalações do estaleiro da Marinha do Brasil e fronteira ao centro histórico da Cidade do Rio de Janeiro, em frente à Av. Presidente Vargas e à Igreja da Candelária, próximo ao Paço Imperial da Praça XV.
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Na verdade trata-se de um complexo, o Espaço Cultural da Marinha, construído no antigo cais da Alfândega do Rio de Janeiro, sobre área aterrada na segunda metade do século XIX.
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O passeio à Ilha Fiscal tem início nas instalações deste Espaço Cultural da Marinha do Brasil, partindo de seu cais pela escuna Nogueira da Gama. Mas a visita à Ilha Fiscal não se resume exclusivamente a ela e por isso mesmo é um passeio de uma tarde inteira bastante interessante e altamente recomendável tanto para o turista que visita a cidade quanto para quem mora nela.
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Antes de ir à Ilha Fiscal , que se alcança numa visita guiada depois de uma bela e curta travessia na escuna Nogueira da Gama você pode visitar o Navio-museu Bauru e o Submarino-museu Riachuelo, abertos a visitação das 12h às 16h. Construído em 1973, na Inglaterra, o Submarino Riachuelo foi lançado ao mar em 6 de setembro de 1975, e incorporado à Armada brasileira em 27 de janeiro de 1977. Após 20 anos de operatividade, foi desincorporado do Serviço Ativo da Armada.
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Além disso, a belíssima Galeota D. João VI, uma curiosa embarcação a remo construída em 1808 e utilizada pela família real portuguesa e brasileira em seus deslocamentos pela baía da Guanabara, é exemplar único na América.
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A galeota, com 24 metros de comprimento para 11 remadores em cada bordo, levando na popa uma cabine forrada de veludo para a família Imperial, totalmente reformada, foi construída em Salvador, em 1808, por ocasião da vinda da Família Real portuguesa para o Brasil e trazida para o Rio em 1809, tendo sido usada até os primeiros governos republicanos para deslocamentos pela baía de Guanabara. Esse modelo não tem similares em toda a América.
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No mesmo lugar onde está a galeota há uma interessante e pequena exposição denominada “História da Navegação”, que conta a evolução da arte de navegar retratada desde os meios mais primitivos, as canoas, até os gigantescos e modernos petroleiros, com destaque para instrumentos e técnicas dos navegadores portugueses do período da Expansão Marítima e a presença do Brasil na Antártida. 

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Nesta viagem no tempo, o Centro Cultural da Marinha apresenta uma grande quantidade de astrolábios, quadrantes, bússolas primitivas e outros instrumentos de navegação usados no passado; mapas e globos terrestres desenhados ainda sem o continente americano, com base na concepção do mundo de antes das descobertas.
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A história da evolução das velas é ilustrada com modelos da vela quadrada, usada pelos europeus, e das velas triangulares, batizadas depois de latinas, inventadas pelos árabes e posteriormente utilizadas por espanhóis e portugueses para vencer os ventos contrários nas grandes descobertas.
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O setor dedicado aos naufrágios é um dos mais interessantes. Porcelanas, moedas, utensílios de cozinha e mesa, além de santos e cruzes de bolso, fazem parte do que foi recuperado de alguns naufrágios na costa brasileira.
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As miniaturas das caravelas e galeões são um capítulo à parte. Uma delas reproduz com exatidão as peças de artilharia dos navios holandeses que lutaram nos mares do Brasil nos séculos XVI e XVII.
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A história da navegação é contada por meio de maquetes desde os tempos em que troncos faziam o papel de canoas. Um passeio pelas diversas regiões do País mostra os pratos típicos de cada lugar: os regatões do Amazonas, os batelões da Lagoa dos Patos e as jangadas do Nordeste.
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A grande atração, porém, está atracada no lado de fora: o contra-torpedeiro Bauru, aposentado da Marinha do Brasil, faz a viagem no tempo passar pela Segunda Guerra Mundial, onde serviu na Força Naval do Nordeste.
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Ele ainda recebe a companhia do submarino Amazonas e do rebocador Laurindo Pitta. O rebocador faz a ligação entre o Centro Cultural e a Ilha Fiscal - a antiga sede da Alfândega, um dos raros prédios góticos do Rio, que foi cenário do último baile do Império.
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Um dos passeios também bastante recodemndável é o do rebocador Laurindo Pita - único remanescente da 1ª Guerra Mundial, que sai do cais do Espaço Cultural da Marinha e faz um pequeno passeio pela Baía de Guanabara, passando pelo Arsenal de Marinha, pela Ilha Fiscal, pela Bahia de Guanabara até próximo ao Pão de Açúcar e pela bahia de Niterói, com bela vista daquela cidade, de Icaraí e do Museu Niemeyer.
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Ilha Fiscal
O prédio, que ocupa 1.000 metros quadrados da ilha, foi projetado em 1881, em estilo neo-gótico, pelo engenheiro Adolfo del Vecchio e foi inaugurado em 27 de abril de 1889. O gracioso palácio foi destinado para quartel da guarda de fiscalização do porto e tornou-se famoso por ter abrigado, no Império o último baile da Corte, organizado pelo Visconde de Ouro Preto...
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... em homenagem à guarnição do encouraçado chileno "Almirante Cochrane", em 9 de novembro de 1889. No palacete podem ser admiradas obras de cantaria artística em granito fluminense, móveis de jacarandá e ébano, forrados em couro de Córdoba, o parquet do piso, o relógio central montado pela Krussman & Co., e o maior brasão do Império, este também executado em granito fluminense. Tudo em perfeito estado de conservação.
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Optou-se pela construção de um pequeno castelo em estilo gótico-provençal, inspirado nas concepções do Arquiteto francês Violet-le-Duc , com projeto de autoria de Adolpho José Del Vecchio - então Engenheiro-Diretor de Obras do Ministério da Fazenda -, onde se destacavam as agulhas e as ameias medievais a adornar a silhueta da edificação.
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O projeto de Del Vecchio foi contemplado com a Medalha de Ouro na exposição da Academia Imperial de Belas Artes, tendo apresentado a seguinte argumentação: "A construção planejada, tendo de ser levantada isoladamente em uma ilha, projetando-se sobre um fundo formado pela caprichosa Serra dos Órgãos, encimada por vasto horizonte, e de frente para a entrada da baía, devia causar impressão agradável aos que penetrassem no porto, suficientemente elevada para que pudesse facilmente ser vista de qualquer ponto entre a mastreação dos navios, e prestar-se ao mesmo tempo à fiscalização do ancoradouro."
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Primitivamente denominada como ilha dos Ratos , o seu atual nome é porque ali funcionou o posto da Guarda Fiscal, que atendia o porto da então Capital, no século XIX, sendo que ela ficou mesmo famosa na história por ter abrigado o famoso Baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da proclamação da República, em Novembro de 1889.
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A decisão da construção da edificação, assim como do seu estilo arquitetônico foram do Imperador D. Pedro II, tendo em conta não denegrir a beleza da paisagem da Serra do Mar. À época, o Imperador referia-se ao local como: "A ilha é um delicado estojo, digno de uma brilhante jóia".
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No século XIX, o Conselheiro José Antônio Saraiva do Ministério da Fazenda, recomendou a construção de um posto alfandegário para o controle das mercadorias importadas e exportadas pelo porto do Rio de Janeiro...
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... naquela época a Capital do Império. A posição da ilha era bastante adequada para a instalação dos inspetores da Alfândega, devido à proximidade dos pontos de ancoragem das embarcações para carga e descarga, sendo o transporte delas executado por pequenas embarcações.
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O famoso baile da Ilha Fiscal , foi um evento em homenagem à tripulação do couraçado chileno Almirante Cochrane, para cerca 5 mil convidados. Com essa recepção, o Império reforçava os laços de amizade com o Chile, bem como tentava reerguer o prestígio da Monarquia, bastante abalado pela propaganda republicana. A maior festa até então realizada no Brasil ocorreu pouco após a inauguração da ilha.
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Falou-se muito da música (valsa e polca), e do cardápio (uma imensa quantidade de garrafas de vinho e comidas exóticas) dessa festa. O comportamento dos participantes foi largamente explorado (a imprensa da época - sec. XIX – noticiou que peças íntimas foram encontradas na ilha depois da festa), curiosidades que ainda atraem historiadores hoje. O luxo e as extravagâncias com que se apresentaram os convidados geraram todo tipo de comentários.
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A república foi proclamada seis dias depois do baile, e o imperador embarcou no mesmo Cais Pharoux de onde partiam os ferry-boats para levar os convidados para o baile, hoje conhecido como Praça Quinze, onde recentemente recuperaram-se as escadarias utilizadas para o embarque para a Ilha.
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Em 2006, a Marinha organizou um projeto com o propósito de montar uma iluminação de verão para a Ilha Fiscal, e graças à parceria com a BR Distribuidora, a Marinha presenteou a Cidade do Rio de Janeiro com a beleza da construção do engenheiro Del Vecchio em sofisticada iluminação.
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Endereço do Espaço Cultural da Marinha
Av. Alfredo Agache, no final da Praça Quinze - Centro
Tel: (21) 2233-9165 (para informar-se dos horários de visitação)
Recomendo chegar por volta das 10 da manhã.
Assim você poderá estacionar no pequeno espaçono interior do Espaço Cultural,
comprar os tickets para visitação à Ilha Fiscal e/ou para opasseio no Laurindo Pita e visitar as dependências do espaço.

Conheça alguns pontos turísticos do Rio de Janeiro



Saiba onde se divertir em diferentes lugares da cidade e do Estado
Divulgação Prefeitura do Rio de Janeiro
Cidade Maravilhosa oferece várias opções de lazer
O Rio de Janeiro tem várias opções de lazer tanto na capital quanto no Estado. Moradores e turistas podem se divertir principalmente em praias. Já a região serrana, por exemplo, é uma boa escolha para quem procura contato com a natureza e esportes de aventura. Preparamos um roteiro com os locais considerados mais interessantes. Aproveite! Centro Cultural Banco do Brasil
Inaugurado em 1989, possui biblioteca com cerca de 140 mil volumes sobre assuntos gerais, economia e coleções de períodicos. Tem ainda três teatros, quatro cabines de vídeo, um cinema, dois auditórios utilizados para cursos, palestras e seminários, várias salas de exposição e, ainda, um salão de chá, um restaurante e uma bomboniére. Funciona na rua Primeiro de Março 66, Centro da capital, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h. Os telefones para informações são (0xx21) 3808-2020 / 3808-2101.
Chácara Tropical
Instalada numa área de 3.000 metros quadrados, a Chácara Tropical, no Itanhangá, zona oeste do Rio, possui três grandes áreas de plantação com uma grande variedade de arbustos, palmeiras, orquídeas, bromélias e mudas de forração. O Tropical Bonsai possui dezenas de exemplares com mais de 50 anos e uma linha completa dos itens necessários à prática do bonsaismo. O funcionamento é de terça-feira à sábado, das 8h30 às 17h30; e domingos e feriados, das 9h às 13h30. Os telefones para contato são (0xx21) 2493-0394 / 2495-8065 / 2495-8066 / 2495-3545.
Corcovado
É um dos principais pontos turísticos do Rio, situado no Parque Nacional da Tijuca, com 710 metros de altura, de onde se pode apreciar uma das mais belas vistas da cidade. O acesso de trem pela Estrada de Ferro custa R$ 36 (ida e volta) e acontece todos os dias, entre 8h30 e 18h30. O telefone para informações é (0xx21) 2558-1329.
Floresta da Tijuca
A floresta foi replantada e conservada e, aos poucos, criou-se ali um verdadeiro parque urbano com recantos, trilhas, cascatas e mirantes. Fica no Parque Nacional da Tijuca, Alto da Boa Vista. A entrada é pela praça Afonso Viseu, entre 8h e 17h. Os telefones para informações são (0xx21) 2492-2253 / 2492-5407 / 2492-5407.
Forte de Copacabana
Inaugurado em 1914, foi construído com o intuito de reforçar a defesa da Baía de Guanabara. A casamata conserva as características originais, com suas muralhas de 12 metros de espessura voltadas para o mar e armamento da fábrica Krupp. O funcionamento é de terça-feira a domingo, entre 10h e 17h. Os telefones para informações são (0xx21) 2521-1032 / 2287-3781 / 2522-4460.
Ilha de Paquetá
Localizada no coração da Baía de Guanabara, a ilha é considerada zona turística em sua totalidade. Paquetá possui pequenas e graciosas praias. O acesso é feito de barca, na praça 15, no Centro do Rio. O trajeto dura cerca de uma hora. Mais informações pelo telefone 0800-704-4113.
Ilha Fiscal
O prédio que ocupa mil metros quadrados da ilha foi projetado em 1881, em estilo neo-gótico, pelo engenheiro Adolfo del Vecchio e inaugurado em 27 de abril de 1889. O transporte é feito a bordo da escuna da Marinha Nogueira da Gama, de quinta-feira a domingo, 13h, 14h30 e 16h. Os telefones para informações são (0xx21) 2104-6992 / 2233-9165.
Jardim Botânico
Criado em 13 de junho de 1808 por D. João VI, príncipe regente na época, o Jardim Botânico, na zona sul do Rio,  é considerado um dos mais importantes do mundo. Reconhecido como Museu Vivo, reúne mais de oito mil espécies vegetais. Funciona diariamente entre 8h e 18h. A entrada custa R$ 7. Menores de sete anos de idade e maiores de 60 não pagam. O telefones para informações são (0xx21) 3874-1808 / 1214.
Jardim Zoológico
Com uma área de 138 mil metros quadrados, mais de 2.100 animais entre répteis, mamíferos e aves, a Fundação Rio Zoo possui um dos maiores plantéis de mamíferos brasileiros. Fica na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, zona norte, e funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. O telefone para informações é (0xx21) 3878-4200.
Memorial Getúlio Vargas
A exposição permanente sobre o ex-presidente dá ênfase à passagem dele pela cidade do Rio de Janeiro. Fica na praça Luís de Camões, na Glória, zona sul. Funciona de terça-feira a domingo, das 10h às 19h. A entrada é gratuita. Mais informações pelos telefones (0xx21) 2557-9444 / 2245-7577.
Mosteiro de São Bento
Sua origem remonta aos meados do século 17. A construção foi concluída em 1641. São realizadas visitas monitoradas de segunda a sábado, das 9h às 16h, apresentando os estilos artísticos e também a história. As visitas duram cerca de 30 minutos. Fica na rua Dom Gerardo 68, Centro. O telefone para informações é (0xx21) 2516-2286.
Museu de Arte Moderna
Sua construção representa um marco da arquitetura, resultado dos traços do arquiteto Affonso Eduardo Reidy e projeto paisagístico de Roberto Burle Marx. Fica na avenida Infante Dom Henrique 85, Centro. O funcionamento é de terça-feira à sexta-feira, das 12h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h. Mais informações pelos telefones (0xx21) 2240-4944 / 2240-4899.
Museu Nacional
Criado por Dom João VI em 1818 com o nome de Museu Real, é a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e de antropologia da América Latina. Seu acervo reúne cerca de 20 milhões de itens. Localizado na Quinta da Boa Vista, funciona de terça a domingo, das 10h às 16h. Mais informações pelo telefone (0xx21) 2562-6042.
Pão de Açucar
O Morro da Urca é alcançado através do primeiro trecho do teleférico que sai da Praia Vermelha, percorrendo uma distância de 575 metros até a altura de 220 metros acima do nível do mar, de onde se tem uma belíssima vista de Botafogo e da Baía de Guanabara. Já o penhasco chamado Pão de Açúcar é terminal da viagem de 750 metros, alcançando uma altura de 396 metros. Funciona todos os dias das 8h às 19h50. O preço do passeio completo para adultos é R$ 44. Crianças, idosos e deficientes têm descontos. Mais informações pelos telefones (0xx21) 2461-2700 / 2546-8400.
Planetário da Gávea / Museu do Universo
O espaço abriga equipamentos tecnológicos que permitem visualizar imagens do Sol registradas em tempo real, descobrir seu peso em outros planetas e conferir um mapa da Via Láctea. O museu apresenta a exposições permanente e temporária. Fica na rua Vice-Governador Rubens Berardo 100, Gávea, zona sul. O ingresso custa cerca de R$ 15. Para mais informações, (0xx21) 2274-0046.
Petrópolis
Entre as atrações da cidade da região serrana estão o Museu Casa de Santos Dumont, Museu Imperial, Palácio de Cristal, Casa da Princesa Isabel e Palácio Quitandinha. Mais informações pelo site http://www.petropolis.rj.gov.br/
Teresópolis
A cidade da região serrana oferece atrações como a tradicional feirinha de artesanato, a Granja Comary, onde fica a concentração da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no qual se pode praticar alpinismo e caminhadas, além do Mirante do Soberbo, de onde se tem uma bela vista do Dedo de Deus. Mais informações pelo site http://www.tere.com.br/
Nova Friburgo (Mury, Lumiar e São Pedro da Serra)
O município na região serrana é o maior polo de moda íntima do Brasil. Entre os principais pontos turísticos estão o teleférico e a cachoeira Véu da Noiva. A gastronomia também é um ponto forte. No distrito de Lumiar pode-se praticar esportes radicais como rafting, rapel e cachoeirismo. Mais informações pelo site http://guianovafriburgo.com/
Itatiaia (Penedo, Visconde de Mauá, Maringá, Maromba)
É o paraíso do ecoturismo com diversas cachoeiras, poços, montanhas, mirantes e trilhas. A gastronomia é voltada para a influência europeia, assim como a arquitetura. Em Penedo duas das atrações são a Casa do Papai Noel e as fábricas de chocolate. Mais informações pelo site http://www.itatiaia.rj.gov.br/
Angra dos Reis (Ilha Grande)
A cidade no litoral sul fluminense possui 365 ilhas. A Ilha Grande é a principal delas, com muitas opções de lazer, turismo e esportes radicais. Os passeios de barco e mergulhos são indispensáveis para descobrir todas as belezas do local. Mais informações pelo site http://www.angra.rj.gov.br/asp/index.asp
Paraty (Trindade)
Considerada um dos conjuntos arquitetônicos coloniais mais perfeitos do Brasil, a cidade é famosa por seu Centro Histórico. As belas praias e cachoeiras atraem milhares de turistas todos os anos. Entre as atividades mais realizadas estão passeios de barco, mergulho e trilhas que levam a várias cachoeiras. Mais informações pelo site http://www.pmparaty.rj.gov.br/index.php

Fonte R7

Rodoviários suspendem a greve no Rio de Janeiro

Categoria iniciou paralisação por volta da meia-noite desta segunda-feira

O Sindicato dos Rodoviários do Município do Rio de Janeiro decidiu em assembleia no início da noite desta segunda-feira (24) suspender a greve iniciada à meia-noite do mesmo dia
O vice-presidente da entidade, Oswaldo Garcia, afirmou que a categoria resolveu terminar o movimento por causa da determinação da Justiça do Trabalho de cobrar explicações dos rodoviários em um prazo de 72 horas sob pena de aplicar uma multa diária de R$ 10 mil. Ele afirmou, no entanto, que, como a Justiça também estipulou que seja feito um acordo em sete dias, se dentro deste prazo, as empresas não atenderem às reinvidicações da categoria, os motoristas farão nova assembleia e poderão entrar em greve de novo.
Segundo Oswaldo, a adesão foi de cerca de 80% dos rodoviários no início da manhã. cerca de 60% ao meio-dia e, no final da tarde, o movimento atingia 50% dos funcionários.
Os rodoviários querem reajuste salarial de 15%, vale alimentação de R$ 150 e o fim da dupla função em que motoristas trabalham como cobradores.
Para a Rio Ônibus (Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro), a greve teve pouca adesão e só foi aderida por sete das 47 empresas que servem à capital fluminense.
Segundo o sindicato das empresas, a paralisação se concentrou em áreas específicas como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá, na zona oeste e parte da zona norte. De acordo com a entidade, 15 empresas trabalharam com 100% da frota já pela manhã. Algumas companhias que não se aliaram aos grevistas tiveram os coletivos depredados.
 Por conta da greve dos rodoviários, concessionárias que administram os trens e os metrôs reforçaram a frota para atender a demanda. O metrô, por exemplo, informou ter registrado um aumento de 7% no número de passageiros nesta segunda-feira em razão da paralisação.

fonte. R7

Filmes inéditos da Catalunha no Rio de Janeiro. Vale a pena!


 
Pela primeira vez no Brasil, uma mostra é dedicada ao cinema produzido na região da Catalunha, Espanha. A Mostra Cinema Catalão, patrocinada pela Caixa Econômica Federal,  acontece na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 01 a 06 de junho e apresenta 15 filmes de diversos diretores – desde veteranos e reconhecidos como Joaquín Jordá, José Luis Guerin e Isaki Lacuesta, até jovens estreantes como Anna Sanmartí, Santiago Fillol e Lucas Vermal. A mostra é uma co-produção da Aroeira Filmes e da Pindorama Proyectos Culturales, com curadoria de Breno Fernandes e Mariona Tió, ambos residentes em Barcelona, e produção executiva de Patrícia Mourão. 

Apesar de constantemente associados ao documentário ou ao que comumente se chama na Espanha “cine de no-ficción”, os filmes escolhidos vão além da simples distinção entre cinema documentário e ficção, arriscando-se numa constante reflexão sobre os recursos cinematográficos. Bem diversos entre si, o que eles têm em comum é a aposta em novas formas de pensar e fazer filmes, distantes dos padrões comerciais da indústria do cinema. Ao abordar temas urgentes e polêmicos – tais como a imigração, a transformação modernizadora das cidades, a força transfiguradora da memória – evitam o lugar comum dos estereótipos numa abordagem sensível e criativa. Muitos dos filmes apresentados, apesar de inéditos no Brasil, já foram exibidos nos mais importantes festivais internacionais, tais como Veneza, Berlim, Cannes e Rotterdam.

Boa parte da produção representada na mostra é fruto das chamadas escolas de “documental de creación”, surgidas em Barcelona no final dos anos 90. A associação entre cineastas, escolas de audiovisual e produtores criou um ambiente propício à pesquisa e à produção cinematográfica, o que favoreceu o aparecimento de novos profissionais, ao mesmo tempo em que fortaleceu pequenas e médias produtoras. Estas, por sua vez, incentivaram o aparecimento de novos talentos e potencializaram esse circuito de ensino-produção-exibição, despertando a atenção de um público curioso e atento a um cinema que preza pelo experimentalismo e renovação da linguagem.
José Luis Guerin, convidado especial da mostra, é um dos professores e realizadores de maior influência nesse contexto. Seu trabalho é referência para toda uma geração de cineastas. Na mostra, serão apresentados cinco de seus seis longa-metragens. Ele virá ao Brasil para apresentar seus filmes e participar de uma conversa com o público ao lado de Cao Guimarães, cineasta mineiro.
Programação:
Terça-feira  01/06
16h30  Cravan vs. Cravan, Isaki Lacuesta  2002, doc/fic, video 98’
18h30 Inisfree, José Luiz Guerín – Sessão apresentada pelo diretor – 1990, 35mm, doc, 110’
Quarta-feira 02/06
17h Tren de sombras, José Luis Guerín 1998, 35mm, doc/fic, 80′
19h Más allá del espejo, Joaquim Jordà 2006, doc, vídeo, 115’
Quinta–feira 03/06
16h30 La terra habitada, Anna Sanmartí 2009, vídeo, doc, 71’
18h30 En construcción,  José Luís Guerín – Sessão apresentada pelo diretor – 2001, doc, vídeo, 125’
Sexta–feira, 04/06
17h El Sastre, Óscar Pérez  2007, doc, vídeo, 30’ Salve Melilla, Oscar Pérez 2006, doc, vídeo, 52′
19hs En la ciudad de Sylvia, José Luis Guerín 2008, 35mm, fic, 81′
Sábado, 05/06
15h30 De niños, Joaquin Jordà 2003, documentário, vídeo, 180
19h Unas fotos en la ciudad de Sylvia, José Luis Guerín – Sessão apresentada pelo diretor – 2007, vídeo, doc, 67’
20h Mesa redonda com Cao Guimarães e José Luiz Guérin
Domingo, 06/06
15h30 Ich bin Enric Marco, Santiago Fillol e Lucas Vermal, 2009, doc, vídeo, 86′
17h30 Paralelo 10, Andres Duque 2005, doc, vídeo, 26’ Ivan Z, Andres Duque 2004, doc, vídeo, 53’
19h30 La leyenda del tiempo, Isaki Lacuesta 2006, fic, vídeo, 110’

fonte: blog Renata Pacheco